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19 e 20 de Maio, Coliseu dos Recreios
24 de Maio, Torres Vedras
29 e 30 de Maio, Coliseu do Porto
31 de Maio, Guimarães
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12 de Maio, Casa da Música
13 de Maio, Aula Magna
Bobby McFerrin
12 de Maio, Coliseu dos Recreios
13 de Maio, Casa da Música
Cat Power
26 de Maio, Coliseu dos Recreios
28 de Maio, Coliseu do Porto
Einstürzende Neubauten
3 de Maio, Casa da Música
4 de Maio, Aula Magna
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11 de Maio, Aula Magna

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Domingo, 20 de Maio de 2007

Creamfields electrizou a noite

Bruno Portela

 

Cristiano Pereira

Cerca de 35 mil pessoas passaram pela Quinta da Bela Vista na noite de sábado para domingo. Nesse aspecto, a primeira edição do Cremfields em Lisboa foi um êxito.

 

Todavia, importa assinalar que a organização falhou redondamente no que diz respeito à quantidade de bares para o público. Apenas dois stands de fast food e nove bares foram manifestamente insuficientes para atender semelhante quantidade de gente. As filas nas roulotes dos cachorros eram impressionantes e muitos foram aqueles que desesperaram com o facto de perderem horas só para conseguirem comprar uma sandwiche. A quantidade de casas de banho também falhou. Nunca tal se viu. E, neste aspecto, a organização do Creamfields tem muito para aprender com o Rock In Rio ou qualquer outro festival.

 

Musicalmente falando dir-se-á que não houve grandes decepções apesar de muitos terem considerado o concerto dos Placebo pouco entusiasmante e demasiado curto. Mais tarde, os Prodigy cumpriram aquilo que deles se esperava: festa rija com picos de intensidade nos êxitos mais antigos. A jogar em casa, os Da Weasel não tiveram qualquer problema em segurar a assistência desde o primeiro minuto. No palco reggae, destacou-se Max Romeo. O veterano jamaicano desencadeou delírio quando interpretou o famoso hit "War Ina Babylon" cruzado com "Give Peace a Chance".

 

Apesar da progamação do Creamfields privilegiar a electrónica e o reggae, convém frisar que um dos melhores momentos de todo o dia residiu na demolidora actuação dos portugueses The Vicious Five, provavelmente uma das melhores bandas que o rock português conheceu nos últimos anos. Joaquim Albergaria, o vocalista, pediu desculpas à malta pelo facto de não se apresentarem com DJ - uma pequena provocação à tribo da música electrónica que dominava grande parte do recinto.

 

Os Vicious Five são um caso sério de rock'n'roll. Fazem parte daquele restrito número de bandas que transpiram autenticidade e estilo para além de libertarem uma electricidade contagiante e altamente viciante. Poucas horas depois, no mesmo palco, os Wray Gunn também brilharam.

 

A música prosseguiu até pouco depois das 6 da manhã. Só foi pena a enchente ser visível um pouco por todo o lado e abundarem filas para tudo. Entrar na Giant Sphere, por exemplo, só estava ao alcance das almas mais pacientes. O mesmo se aplica para a tenda "Silent Club". Apesar de tudo, dir-se-á que o saldo do festival foi positivo mas importar corrigir graves lacunas em futuras edições.

publicado por JN às 20:53

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