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12 de Maio, Coliseu dos Recreios
13 de Maio, Casa da Música
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28 de Maio, Coliseu do Porto
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3 de Maio, Casa da Música
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Domingo, 20 de Maio de 2007

Creamfields ao sabor do calor

Bruno Portela

 

Cristiano Pereira

Oh, o calor: a malta semidespida a transpirar com a oscilação corporal desencadeada pelo andamento hipnótico da música que brota das colunas. A tarde ainda vai a meio, estão perto de trinta graus, e há gente - muita gente, umas vinte mil - a mover o esqueleto ao som do ritmo eleito. É disto que o povo gosta. O festival Creamfields distribui-se por sete diferentes zonas da Quinta da Bela Vista. E enchem-se de juventude.

 

Num palco, há o reggae dos One Sun Tribe: colheita jamaico-lusitano boa onda e bem esgalhada apesar dos instrumentistas serem todos brancos. Ao mesmo tempo, escassos metros acima, o fulgor dinâmico do duo Digitalism consegue causar maior intensidade sísmica. Ao lado, dentro de uma espécie de estrutura que tenciona sugerir um cenário de esplanada semi-tropical, a juventude pula com as batidas de The Fahze enquanto recebe a ventania de ventoinhas equipadas com jactos de vapor de água.

 

É, contudo, dentro do Super Bock Silent Club que a atmosfera se destaca de todas as outras: imagine-se uma tenda com mil e tal pessoas que dançam sem que se ouça música erguer-se no ar. Mas a plebe, atenção, não está a tripar: a malta, afinal, dança porque tem auscultadores enfiados nos ouvidos. E pode optar por dois djs: Nuno Di Kovaks ou Kid Selecta. Só não pode gamar os auscultadores porque à saída, dois musculosos seguranças tratam de recolher a cena. Ao início da noite, o festival começa a ganhar embalo para a vertigem nocturna que só parou aos primeiros raios do sol de hoje.

 

Beldades e VIP

 

Entre abundância de mini-saias de ganga e muito espertalhões de óculos ray-ban com penteado à Lenny Kravitz, qualquer pessoa com dois olhos na cara facilmente constatará que as várias marcas patrocinadoras do festival lutam entre si para ver quem apresenta as promotoras com melhores predicados corporais.

 

A luta está renhida e à hora do fecho desta edição, o JN hesitava entre os penteados esdrúxulos das raparigas da Organics e a voluptuosidade das representantes da TMN. Na edição de amanhã contaremos mais pormenores sobre este assunto de cabal importância...

 

Entretanto, a organização divulgou uma lista com nomes de "vips" que podem ser avistados na tenda dos mesmos, entre pirâmides de morangos, garrafas de Moët & Chandon e sujeitos mascarados de sapos (ou serão rãs?). A cabeça de cartaz parece ser Pimpinha Jardim, mas nomes como Merche Romero, Soraia Chaves, Sofia Aparício ou uma tal de Patrícia também lá figuram.

publicado por JN às 00:29

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1 comentário:
De teresa a 20 de Maio de 2007 às 13:05
Sabe quem lá esteve (sem passes vip) que Creamfilds não teve nada do romantismo anunciado, Tendo antes sido vergonhoso, desorganizado e sem recursos suficientes para tanta gente.

Foram horas perdidas em filas intermináveis para entrar nos 3 únicoslocais onde o som era o de creamfields! Os fans de Cramfields em Liverpool foram traídos pela tortura em filas de várias horas.

A integração de rock neste festival foi uma amostra da falta de crédito no público português em termos de cultura musical electrónica, e um grande fiasco para quem pensou poder usufruir do som dos Palcebo, devido à má qualidade do som do palco principal.

Chocante foi o momento em que os Da weasel perguntam se existe no recinto alguém do PNR, ofendendo e incitando à violência, mostrando toda a sua capacidade comunicacional mediática resumida a uma enorme irresponsabilidade social e artística

O Palco do raggee encheu todo o recinto dos seus sons, não permitindo ouvir "do lado de fora" os sons do love2dannce, ou seja, quem não se sujeitou às filas, não curtiu nada, Os que o fizeram, não conseguiram curtir mais nada.

Muito fica por dizer, deixo aqui apenas um desabafo de quem se sente defraudado, porque Creamfields Lisboa foi uma comédia.

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